História da América

Guerra de Independência dos Estados Unidos, ou “Revolução” Americana

Desde o fim do século XVII e durante todo o século XVIII, ocorreram muitas guerras na Europa entre as principais nações e na América. De origem variada, os conflitos marcavam a disputa entre os Estados nacionais que se fortaleciam e acumulavam poder, como a Inglaterra e a França.

Cisão com a Inglaterra

Características em Comum: Os conflitos seguintes, de alguma forma, iniciam-se na Europa e contam, na América, com a participação dos índios, que aliaram-se aos franceses. As guerras e tratados de paz que dividiam territórios, auxiliaram a aceleração do processo de independência das treze colônias.

Colônia vs. Metrópole: Os interesses europeus na América misturavam-se e até opunham-se aos interesses dos colonos. Os colonos do Sul queriam o domínio do Mississipi e os do Norte, o domínio do comércio de peles e a posse dos bancos pesqueiros da Terra Nova.

1. Guerra da Liga de Augsburgo (Ou a Guerra do Rei Guilherme 1688-1697): Conflito que marca o início dos conflitos permanentes que resultaram na independência das treze colônias. Guerra de reação da Inglaterra à política expansionista de Luís XV, após a expulsão dos protestantes franceses por Luís.

Nos Estados Unidos: Os franceses com ajuda dos indígenas quase tomaram Nova York, mas foram impedidos pelos navios da colônia de Massachusetts ao atacarem Porto Royal, dos franceses. Ao final da guerra com o Tratado de Ryswick, mesmo tendo sido batizado de Nova Escócia pelos colonos. Porto Royal foi devolvido aos franceses, mostrando que pouco importa para a Inglaterra o interesse dos colonos.

2. Guerra da Rainha Ana (1703-1713): Após a morte de Carlos II, rei da Espanha sem herdeiros, disputaram o trono sucessores em potencial. A Inglaterra apoiou a Áustria para que a França não colocasse Filipe, neto de Luís XIV.

Nos Estados Unidos: Ao norte, franceses e indígenas aliados por promessas de territórios entravam em conflito com ingleses que também tinham aliados indígenas em menor número (esquecendo as promessas após a vitória). Ao sul, a Carolina do Sul enfrentava espanhóis na Flórida. A guerra foi vencida com ajuda de dez mil soldados ingleses que vieram para a América, mas que também entraram em conflito com os colonos, sendo acusados de ineficientes, corruptos e caros, aumentando a animosidade entre colônia e metrópole.

3. Guerra da “Orelha de Jenkins” (1739-1742): Aproveitando-se ao ataque espanhol ao navio do capitão Jenkins, que perdeu uma orelha, os colonos atacaram possessões espanholas. O ataque dirigiu-se à Flórida e, logo em seguida, à Cartagena, na atual Colômbia.

– Nos Estados Unidos: Três mil e quinhentos colonos foram comandados por oficiais ingleses nesses ataques. A febre amarela atacou-s com violência no caribe. O fracasso foi atribuído ao comando inglês. Apenas 600 colonos sobreviveram, aumentando o ressentimento dos colonos.

4. Guerra de Sucessão Austríaca (1740-1768): Em outro conflito por sucessão real, a Inglaterra apoiava Maria Teresa. Os franceses alegavam a impossibilidade de uma mulher assumir o trono e se opuseram à ela.

– Nos Estados Unidos: Os colonos financiaram a tomada do forte francês de Louisbourg por uma expedição saída de Boston. O tratado de paz assinado pela Inglaterra obrigou a devolução do forte aos franceses, sobrepondo os interesses dos colonos, que enviaram para o parlamento inglês, as despesas da captura. Este conflito despertou o interesse inglês e francês pela região indígena de Ohio, motivo de outro conflito. Na frente de todos, os colonos ingleses começaram os conflitos da “Guerra Franco-Índia”, devido às pretensões expansionistas sobre Ohio.

A União de Albany: Em junho de 1754 foi organizada uma conferência das treze colônias inglesas em Albany, Nova York, onde pela primeira vez, de fato, surge um plano de união das treze colônias elaborado por Benjamin Franklin para se fortalecerem ao lutar contra os inimigos. A união era temida pela Inglaterra e também pelas próprias colônias que temiam a perda de autonomia, mas funcionou.

Vitória e Desconfiança: Os franceses foram derrotados tanto na América quanto na Europa, entregando aos ingleses parte de suas possessões no Canadá e no Caribe. Este conflito e a Guerra dos Sete Anos removeram o Império Francês da América do norte.

5. Guerra dos Sete Anos (1756-1763): A Guerra dos Sete Anos foi ampla e colocou em conflito inúmeras monarquias europeias, estendendo este conflito para as colônias americanas e africanas. Os principais expoentes foram a França e seus aliados contra a Inglaterra e seus aliados. As causas principais variam em torno de disputas pela supremacia colonial nas Índias e colônias da América do Norte, com fortes divergências europeias sobre o domínio territorial da África, América do Norte e Ásia. Além disto, havia a forte preocupação dos franceses, russos e austríacos com o crescente aumento de poder do rei prussiano Frederico II e o conflito austro-prussiano pela região da Silésia.

  • Consequências dos Conflitos Coloniais: Os colonos ingleses perceberam que eram menos dependentes do poderio militar inglês para sua defesa, além disso, os habitantes colonos experimentaram a prática do exército com sucesso, e mesmo de maneira frágil, experimentaram o sentimento de união.

Intensificação do Controle Colonial

Tranquilidade: O sistema político inglês definira-se como uma monarquia parlamentar, o que proporcionará à Inglaterra grande estabilidade política. Participando do poder, a burguesia inglesa promove grande desenvolvimento econômico. Os séculos XVIII e XIX na Inglaterra, ao contrário da França, serão de relativa paz interna, favorecendo a expansão e o controle do Império colonial.

Guerras Coloniais: As guerras obrigaram maior presença dos ingleses, mesmo que de forma militar, nas colônias. Além disso, os altos custos da guerra para a Inglaterra faziam eco no Parlamento, onde muitos demandavam maiores impostos coloniais para o pagamento dos gastos. Além disso, a Inglaterra mantinha na América um exército regular com um custo alto que era pago pelos colonos.

A Virada de 1763: Após inúmeros conflitos entre colonos e indígenas, o Rei Jorge III decretou soberania indígena das terras do Mississipi. Em primeiro lugar, fere os interesses expansionistas dos próprios colonos, e em seguindo, representa uma mudança de atitude da Coroa inglesa, que passa a interferir nos assuntos coloniais internos.

Leis da Ruptura

  • Intensificação dos Impostos: Para intensificar a coleta de impostos a Inglaterra criou inúmeras leis e aumentou a arrecadação de leis já existentes que levaram ao limite a animosidade dos colonos com os ingleses. Aumentou também a punição aos colonos com o não-cumprimento das leis, o que só intensificou o estado conflituoso.

1. Lei do Açúcar: Estabelecia impostos adicionais sobre o açúcar, artigos de luxo, vihos, café, seda e roupas brancas. Acabou monopolizando o comércio de melaço, tradição colonial americana, que comercializava por vezes com possessões francesas.

– Reação Colonial Desorganizada: Os colonos reagiram boicotando a importação de produtos ingleses e exigiram representação política no parlamento, pois “taxação sem representação é ilegal”.

2. Lei da Moeda: Inglaterra proibiu a emissão de papéis de crédito na colônia, que eram usados como moeda.

3. Lei da Hospedagem: Determinava as formas como os colonos deveriam abrigar os soldados ingleses e fornecer-lhes alimento.

4. Lei do Selo (1765):  Todos os contratos, jornais, cartazes e documentos seriam taxados.

Reação Colonial Organizada: Esta lei marca uma resistência colonial organizada às leis mercantilistas metropolitanas. Diversos protestos ocorreram principalmente nas colônias do norte. Foi convocado o Congresso da Lei do Selo em Nova York, onde os representantes das colônias elaboraram a Declaração dos Direitos e Reivindicações. O documento afirma a lealdade em relação ao rei Jorge III, mas invoca para as colônias os mesmos direitos políticos que os ingleses tinham na metrópole, a partir da tradição filosófica de John Locke, que pensava que nenhuma lei pode ser válida sem uma representação na Câmara dos Comuns. Com os protestos, a Inglaterra derruba a Lei do Selo, mas vem logo em seguida com força.

5. Atos Townshend: Forma-se um ministério específico para submeter a colônia e combater às pressões coloniais. O Ministro da Fazenda, Charles Townshend, decretou os conhecidos “Atos Townshend” que lançavam impostos sobre o vidro, corantes e o chá. Novos funcionários coloniais foram nomeados pela Coroa para reprimir o contrabando, muito praticado nas colônias.

– Reação Colonial: O resultado desas novas leis foi novos protestos, novos boicotes e declarações dos colonos contra as medidas. As leis acabariam sendo revogadas.

O Massacre de Boston de 1770: Protestando contra os soldados ingleses, colonos atiravam bolas de neve no quartel inglês. Os soldados reagiram com violência e dispararam contra os manifestantes, matando cinco colonos. O massacre passou a ser um símbolo da luta separatista.

A Festa do Chá de Boston de 1773: Para favorecer a Companhia das Índias Orientais, que estava à beira da falência, o governo britânico lhe concede o monopólio a venda do chá para as colônias americanas. Os colonos tinham o mesmo hábito britânico do chá e o preço da bebida vinha baixando, tornando-a cada vez mais popular. Com o monopólio do fornecimento de chá, os preços subiram. A população procurou substituir o chá por café e chocolate para escapar ao monopólio, além disso, na noite de 16 de dezembro deste ano, 150 colonos disfarçados de índios atacaram três navios no porto de Boston e atiraram o chá ao mar.

Leis Intoleráveis: O Parlamento inglês reagiu fortemente à Festa do Chá. Decretaram inúmeras leis as quais os americanos chamavam de “Leis Intoleráveis”. A mais conhecida interditava o porto de Boston até que fosse pago o prejuízo causado pelos colonos. A colônia de Massachusetts foi transformada em colônia real com amplos poderes ao governador e o direito de reuniões foi restringido. Essa reação foi o estopim para iniciar o processo de independência das treze colônias.

A Guerra de Independência

Independência e Iluminismo: Muito das ideias que circulavam a independência norte-americana vieram diretamente do iluminismo, corrente da filosofia moderna europeia do século XVIII. As principais vieram do filósofo John Locke, pela questão da defesa da propriedade privada e da representatividade política. Veremos à frente como. Às ideias de John Locke eram muito correntes na sociedade inglesa e muitos dos ingleses que vieram para a colônia conheciam as ideias de Locke.

Locke e a Tradição: O filósofo inglês defendia a participação política para determinar a validade de uma lei. As leis inglesas eram votadas sem que os colonos participassem da votação. Por várias vezes os colonos recusaram-se a aceitar leis votadas por um parlamento no qual eles não tinham assento, pois na visão dos colonos, o governo inglês não procurava preservar a vida, a liberdade e a propriedade.

Estados Unidos? Ainda não: As treze colônias não se uniram inicialmente por um sentimento nacional patriótico, mas por um sentimento antibritânico. O sentimento pela independência não foi consenso desde o princípio, pois o Sul era mais resistente à separação. Havia preocupação das elites do norte e do sul que os negros e pobres interpretassem os ideais de liberdade como aplicáveis a eles também. As elites, de forma geral, resistiram bastante e só cederam a partir do entrave econômico inglês.

União Social: As sociedades secretas foram uma das primeiras reações dos colonos contra as medidas inglesas, estabelecendo uma rede de comunicação que ajudou os colonos se articularem. Uma das mais famosas é “Os Filhos da Liberdade”. Ainda, nas grandes cidades, mulheres encabeçavam campanhas contra produtos ingleses, valorizando a produção local, chegando ainda a administrar economicamente grandes fazendas enquanto maridos lutavam.

Revolução?: A Independência e a construção do novo regime republicano foi um projeto levado adiante pelas elites das colônias. Escravos, mulheres e pobres não são os líderes desse movimento, a Independência norte-americana é um fenômeno branco, predominantemente masculino e latifundiário ou comerciante.

Primeiro Congresso Continental: Organizado para discutir as medidas inglesas, o congresso representou doze colônias, pois Geórgia ficou de fora. Elaboraram uma petição ao rei Jorge III protestando contra as medidas inglesas. O texto era moderado, o que mostra que a separação não era ainda um consenso.

– Reação Inglesa: Tentaram conceder maiores regalias aos colonos, mas também aumentaram muito o número de soldados ingleses na América, estimulando um choque inevitável entre os soldados e os colonos, iniciando uma guerra.

  • Segundo Congresso Continental: Em meio ao início das hostilidades, agora reunindo as treze colônias, debatiam as atitudes inglesas de forma separada; um grupo era à favor da separação amparado por panfletos como os de Thomas Paine, um liberal radical, enquanto o outro grupo era contra. Paine foi um dos principais líderes intelectuais do movimento republicano separatista a partir de uma perspectiva contratualista.

– Separação: Em 2 de julho de 1776, o Congresso da Filadélfia acaba decidindo-se pela separação e encarrega uma comissão de redigir a declaração da Independência. A declaração reflete muito do iluminismo e do contratualismo, misturando racionalismo e protestantismo. O principal autor do documento é Thomas Jefferson. As colônias declaram-se estados livres e independentes, mas tiveram de enfrentar uma guerra difícil para garantir a independência.

  • Exército Rebelde: Tendo como líder George Washington, o Exército Continental reunia todos os rebeldes em forma de exército para lugar contra o exército inglês. Não somente isso, milícias em todos os cantos formadas por colonos que faziam atos de sabotagem contra o exército inglês também foram fundamentais para a guerra.

– A Europa: A reação inglesa foi dura. A Inglaterra tinha a melhor marinha do mundo e uma experiência de séculos de guerra. Para piorar, muitos colonos passaram para o lado dos ingleses por serem contrários à Independência e por promessas imediatas. Havia uma parte legal à Coroa e um grande número de colonos indiferente à tudo isso. Mas, os colonos foram unidos mais uma vez pelo sentimento antibritânico por conta da violência inglesa na colônia. O conflito se estendeu e se ampliou quando os colonos conseguiram vitórias importantes que tiveram importância, pois espanhóis e franceses passaram a apoiar os colonos contra os ingleses, deslocando o conflito para o Sul. O apoio foi decisivo para o conflito, no qual a Inglaterra perdeu.

Os Pais Fundadores, a Constituição e a Identidade Nacional

Tradição: A tradição política e historiográfica norte-americana elegeu alguns homens como “pais fundadores da pátria” americana. George Washington e Benjamin Franklin são dois dos mais marcados.

  1. George Washington: Grande fazendeiro na Virgínia, representava as elites rurais e era chefe do Exército Continental. Tornou-se o primeiro presidente dos Estados Unidos por contar com amplo apoio popular. Washington é pai desta pátria.
  2. Benjamin Franklin: Um dos mais famosos intelectuais do século XVIII. Representa o elemento urbano que participou do processo de independência. Foi grande crítico da escravidão, defendendo desde muito cedo a união das colônias. Foi pai da pátria dos protestantes, ávidos por guardar o dinheiro que Deus deu como recompensa pelos esforços.

Unidade Nacional: O patriotismo não criou um sentimento de pertencimento estadunidense, não era fácil sustentar a identidade nacional norte-americana, tão nova como sentimento nacional. A ideia de ser membro de um país deveria ser construída, e essa construção não terminaria com a Independência. Para construir uma identidade, construíram simbolismos: definiram uma bandeira para o novo país e escolheram a águia como animal representante dos Estados Unidos.

Organização Política: Terminada a guerra, apareceu no cenário social os problemas de organização política interna. Unidade em torno de um governo central forte ou liberdade para as colônias agirem de forma autônoma? Para enfrentá-los, Benjamin Franklin havia proposto os Artigos de uma Confederação e União Perpétua, texto a partir do qual a constituição dos Estados Unidos foi elaborada.

Constituição: Demorou mais de três anos para ser concluída, pois o consenso sobre as questões era muito difícil, tendo James Madison como um dos principais redatores do texto constitucional. Por fim, assentaram sua base jurídica na ideia de representatividade “popular”. O processo de independência fora liderado por comerciantes, latifundiários e intelectuais urbanos. Com a Constituilçao, cada estado, por exemplo, tinha a liberdade de organizar suas próprias eleições. Nascia o Federalismo Americano.

Federalismo Americano: É um conceito que atravessa toda a Constituição, baseado na autonomia para cada estado. A Constituição criou uma república federalista presidencial, equilibrando o governo dos estados com o governo federal, baseada na tradição de Montesquieu dos três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. Com um caráter muito amplo e vago, a Constituição assegurou sua durabilidade, mas pouco tempo depois, já demonstrava problemas evidentes por ser tão abrangente.

Bill Of Rights: É uma “carta de direitos”, ou emendas fixas anexadas à Constituição que resolvem de forma definitiva e abrangente os buracos deixados pela Constituição.

As Repercussões da Independência

A Guerra de Independência dos Estados Unidos ou a chamada “Revolução Americana” teve repercussão por todo o mundo, influenciando experiências posteriores, inclusive a Revolução Francesa, vejamos onde ela reverberou com mais eco:

  1. Inglaterra: Foi o primeiro país atingido pela independência. O Rei Jorge, que tentava maior concentração de poderes, ficou extremamente desacreditado com a separação das treze colônias, abalando momentaneamente a expansão inglesa.
  2. França: Os soldados franceses que haviam lutado na Independência voltaram para a Europa com ideias de liberdade e república, para uma frança absolutista de Luís XVI. As despesas do Estado francês com a guerra no além-mar foram elevadas, enfraquecendo a credibilidade e o poder real.
  3. América Latina: Para o resto da América, os Estados Unidos serviriam como exemplo. Uma independência concreta e possível passou a ser o grande modelo para as colônias ibéricas que desejavam separar-se das metrópoles, o que só aconteceu tempos depois da Revolução Francesa.
  4. Índios: Para os índios, a independência foi negativa, pois, a partir dela, aumentou a pressão expansionista dos brancos sobre os territórios ocupados pelas tribos indígenas.
  5. Negros: Para os escravos, foi um ato que em si nada representou. Temos notícia de um grande aumento do número de fugas durante o período da Guerra de Independência. No entanto, nem a Inglaterra, nem aos colonos – os sulinos em particular – interessavam que a Guerra de Independência se transformasse numa guerra social entre escravos e latifundiários, o que de fato não ocorreu.

CONTEÚDO COMPLEMENTAR

Filmes:

  • DIBB, Saul. A Duquesa, 2008.
  • EMMERICH, Roland. O Patriota, 2000.
  • HUDSON, Hugh. Revolução, 1985.
  • MANN, Michael. O Último dos Moicanos, 1992.

Bibliografia de Apoio:

  • DAHL, Robert. És democrática la constitución americana?. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica de Argentina, 2003, p. 56-78.
  • FERNANDES, Luiz Estevam; KARNAL, Leandro; MORAIS, Marcus Vinícius de, PURDY, Sean. História dos Estados Unidos: das Origens ao Século XXI.
  • SELLERS, Charles; MAY, Henry; McMILLEN, Neil. Uma reavaliação da história dos Estados Unidos.
  • TOCQUEVILLE, Alexis de. A Democracia na América.

Vídeos:

  • Vídeo – Iluminismo e a Independência dos Estados Unidos:
  • Vídeo – A Saga dos EUA – Episódio 01, Rebeldes:
  • Vídeo – A Saga dos EUA – Episódio 02, Revolução:
  • Vídeo – A Saga dos EUA – Episódio 03, Direção Oeste:
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