História da Arte

Expressionismo Alemão

O Expressionismo teve sua origem na Alemanha por volta de 1904 e 1905, mais especificamente na cidade de Dresden. O termo que dá nome ao movimento foi utilizado pela primeira vez em 1912 por Herwath Walden, dono de uma revista de arte alemã chamada de Der Sturm (A Tempestade). Walden usou a palavra “Expressionista” para descrever dois grupos de artistas, o Die Brücke (A Ponte) e o Der Blaue Reiter (O Cavaleiro Azul), que estavam se desenvolvendo e promoviam uma visão de arte atrelada ao estado do espírito do artista.

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História da Arte

Abstracionismo & Neoplasticismo

A arte abstrata ou abstracionismo é geralmente entendido como uma forma de arte (especialmente nas artes visuais) que não representa objetos próprios da nossa realidade concreta exterior. A expressão também pode ser usada para se referir especificamente à arte produzida no início do século XX por determinados movimentos e escolas que genericamente encaixam-se na arte… Continuar lendo Abstracionismo & Neoplasticismo

História da Arte

Cubismo

Historicamente o cubismo originou-se na obra de Cézanne, pois para ele a pintura deveria tratar as formas da natureza como se fossem cones, esferas e cilindros. Entretanto, os cubistas foram mais longe do que Cézanne. É como se eles estivessem abertos e apresentassem todos os seus lados no plano frontal em relação ao espectador. A Guerra de 1914 dispersa os criadores do movimento, cada qual seguindo seu destino.

Cinema, História da Arte

A Jornada do Herói

O conteúdo abaixo é um artigo de criação do Albert Paul Dahoui, licenciado para livre utilização pelo mesmo no documento original que pode ser visto clicando aqui. Joseph Campbell e o Monomito: Quem Foi: Joseph Campbell lançou um livro chamado O herói de mil faces. A primeira publicação foi em 1949, sendo o resultado de um… Continuar lendo A Jornada do Herói

História da Arte

Fotografia

Fotografia é essencialmente a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando-as em uma superfície sensível. De acordo com Roland Barthes, muitos não a consideram arte, por ser facilmente produzida e reproduzida, mas a sua verdadeira alma está em interpretar a realidade, não apenas copiá-la. Nela há uma série de símbolos organizados pelo artista e o receptor os interpreta e os completa com mais símbolos de seu repertório. Fazer fotografia não é apenas apertar o disparador. Tem de haver sensibilidade, registrando um momento único, singular. O fotógrafo recria o mundo externo através da realidade estética.